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Pessimismo da zona do euro afeta preço do petróleo


WTI recuou US$ 1,59, a US$ 77,61; Brent fechou cotado a US$ 99,62. 
Divulgação de dados positivos dos EUA não conseguiu frear pessimismo.


O início deste quarto trimestre está sendo marcado pela continuidade da aversão ao risco nos mercados internacionais, cujas consequências têm sido fortemente evidenciadas nas cotações de commodities industriais. O preço do barril de petróleo fechou o pregão desta segunda-feira (3) no menor patamar desde o início do ano, pressionado pela crise na zona do euro.



Em Londres, o Brent para dezembro caiu 1,25%, para US$ 99,62 o barril.
O temor de que a Grécia possa dar um calote nas dívidas continua a dominar os mercados. Nesta segunda, os ministros das finanças dos países europeus se encontraram em Luxemburgo para determinar se a Grécia fez o suficiente para mitigar o risco de não pagamento das dívidas. O clima piorou diante da declaração da Grécia sobre o não cumprimento de sua meta fiscal neste ano.
A divulgação de alguns indicadores positivos não foi suficiente para frear o pessimismo. O Índice dos Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), que mede a atividade industrial nos EUA e é divulgado pelo Instituto para a Gestão da Oferta, melhorou de 50,6 em agosto para 51,6 em setembro e ficou acima dos 50,4 esperados por analistas. Um resultado acima de 50 significa expansão.
Em Nova York, o WTI para novembro registrou queda de US$ 1,59, para US$ 77,61. O vencimento de dezembro ficou em US$ 77,83, recuo de US$ 1,50.
"Os metais de base vieram de uma forte pressão de venda na sexta-feira, com os agentes querendo sair todos de uma só vez. As vendas continuaram nessa segunda-feira", afirmaram os analistas do Standard Bank, em relatório.

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